Olívia, 25 anos, aprovada em Economia na universidade federal após superar enormes adversidades

Ela calculou um viaduto aos 19 anos, sobreviveu a uma explosão e chegou ao Rio com R$ 2 no bolso. Agora Olívia precisa de você para não parar na faculdade. 💜

Aprovada em Economia em sua nona tentativa em universidade federal. Depois de tudo que passou, Olívia chegou. Mas sem apoio, ela não consegue ficar.

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"Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias."
— Isaías 40:31

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As aulas da Olívia já começaram. Ela precisa de apoio antes do dia .

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Uma história de superação real
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Aprovada pela nona vez em uma federal. Chegou com R$ 2 no bolso. O que Olívia não pode é parar agora.

Aos 19 anos, Olívia já havia calculado a estrutura de um viaduto para a Prefeitura de São Paulo. Um cálculo de engenharia que exige domínio real de matemática — feito por uma adolescente que cursava Economia e que, ao mesmo tempo, tentava sobreviver dentro de casa.

O pai, que servia na Força Aérea e tinha uma empresa de engenharia, mantinha uma aparência sólida por fora. Dentro de casa, o cotidiano para Olívia era de agressões desde a infância. Ela não guarda uma única memória da infância sem se machucar em casa.

Naquele mesmo ano, quando o pai descobriu que ela era trans, a agressão foi tão grave que Olívia ficou internada por 43 dias. Quando teve alta, foi expulsa de casa.

Sem lar, sem renda, em plena pandemia, Olívia foi parar nas ruas de São Paulo. Em um mês, perdeu 13 quilos. Passou por um período muito difícil — foi agredida com uma faca no pescoço, o fêmur foi gravemente fraturado, e os médicos precisaram reconstruí-lo com 40 gramas de platina. Ela sobreviveu.

Em dezembro de 2022, foi presa injustamente por um crime que a própria vítima afirmava não ter sido ela. Passou 15 dias detida. No dia 8 de março de 2023 — Dia Internacional da Mulher — foi absolvida.

No dia em que saiu, tomou uma decisão sozinha: parar com o crack. Trancou-se na casa da mãe. Ficou 130 dias sem sair, sem medicação, sem internação, sem recaída. Só ela e a vontade de mudar.

De volta a São Paulo, foi agredida por um novo companheiro e acionou imediatamente a lei. Tornou-se a primeira mulher trans do Brasil a conquistar medida protetiva e aluguel social pela Lei Maria da Penha, após decisão histórica.

Quando finalmente tinha um lar novamente, a fábrica de fogos de artifício que ficava nos fundos do terreno explodiu. A casa ficou destruída. Olívia sobreviveu porque havia saído para comprar um remédio.

Mesmo com tudo isso, Olívia foi aprovada em Economia. Era sua nona aprovação em uma universidade federal. Ela pegou o que tinha e foi para o Rio de Janeiro.

Chegou com R$ 2 no bolso.

Na chegada, dormiu na calçada em frente ao centro de acolhida porque a prefeitura negava vagas. Dentro dos abrigos, teve comida negada e foi humilhada. Em determinado momento, não conseguiu voltar para São Paulo porque não tinha os R$ 22 da passagem de barca.

Não foram os 4 anos de faculdade que travaram. Foi R$ 22.

Esta campanha existe para garantir que aluguel, alimentação e materiais não sejam o motivo pelo qual Olívia não termina o que conquistou com tanto esforço. São 4 anos de graduação — o tempo que ela precisa de estrutura para concluir o que já provou ser capaz de fazer.

Ela disse: "Eu passei em nove federais. O problema nunca foi a prova. O problema sempre foi o que vinha depois da aprovação."

Olívia já provou, mais vezes do que qualquer pessoa deveria precisar provar, que tem o que é preciso para chegar lá. O que falta agora é estrutura. E você pode ser parte disso.

Sua doação vai diretamente para o custeio da graduação da Olívia,
acompanhada de prestação de contas transparente e atualizada mensalmente.

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    Sem você, a Olívia pode ser forçada a abandonar a faculdade que conquistou com tanto esforço.

    Sem você, uma jovem que superou tudo corre o risco de parar por falta de moradia e alimentação.

    Sem você, a vaga numa universidade federal, vencida na nona tentativa, pode se perder.

    Com você, a Olívia pode terminar a graduação que conquistou depois de tanta luta.

    Com você, uma jovem que venceu o impossível ganha moradia e alimentação para se manter estudando.

    Com você, ela transforma todo o esforço em um diploma e um futuro novo.

    O que Olívia precisa para os 4 anos de graduação

    Atualizado mensalmente
    Item Descrição Valor
    Aluguel (4 anos) Moradia em Niterói para que ela possa frequentar as aulas sem risco de rua R$ 48000
    Alimentação e necessidades básicas Sustento de Olívia durante os quatro anos de graduação R$ 24000
    Materiais acadêmicos e transporte Livros, materiais de estudo e deslocamento para a faculdade R$ 12000
    Reserva de emergência Fundo para imprevistos durante o período da graduação R$ 6000
    Total R$ 90000

    * O valor arrecadado abaixo reflete a meta total dessa campanha.

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    • Tatiana Rocha

      doou agora mesmo

      Trabalho com educação há 12 anos. Nunca vi uma trajetória assim. Ela calculou viaduto aos 19, sobreviveu a uma explosão e chegou ao Rio com R$ 2 no bolso — e ainda assim passou. O mínimo que posso fazer é garantir que ela não precise parar por falta de aluguel.

    • Daniel Carvalho

      doou há 17 min

      Quando li que ela não conseguiu voltar para São Paulo porque não tinha os R$ 22 da passagem de barca, tive que parar. Isso é o que separa ela da faculdade hoje — R$ 22. Doei e compartilhei. Não dá para deixar isso acontecer.

    • Mônica Assis

      doou há 3 horas

      Ela ficou 130 dias trancada em casa para sair do crack sem nenhuma ajuda médica. Isso não é força de vontade comum — isso é algo que pouquíssimas pessoas conseguiriam. Ela merece terminar o que construiu com tanto esforço.

    • Prof. Leonardo Barros

      Professor universitário

      Uma estudante aprovada pela nona vez numa federal, com todo esse histórico de adversidades, é exatamente o perfil que a universidade pública precisa acolher. Sem moradia e alimentação garantidas, ela corre risco real de evasão. Essa campanha é o suporte que o sistema deveria oferecer. Apoiem.

    Perguntas Frequentes

    A Crescendo com Amor é uma ONG registrada?

    Sim. A Ong Crescendo com Amor é uma organização sem fins lucrativos regularizada, com CNPJ ativo e documentação em dia. Todas as causas passam por verificação antes de serem publicadas.

    Como sei que minha doação vai chegar à família?

    Toda arrecadação é registrada e transferida diretamente para os custos da causa. A prestação de contas fica disponível nesta mesma página, atualizada mensalmente, com os valores já utilizados discriminados item a item.

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    Muito. Nenhuma doação é pequena demais — R$ 20, R$ 30, R$ 50 somados ao de centenas de pessoas é o que move uma campanha inteira. Se não puder doar agora, compartilhar já ajuda muito: a história certa chegando à pessoa certa pode ser o que falta.

    E se a meta não for atingida?

    Todo valor arrecadado é repassado à família ou causa, independentemente de a meta total ser alcançada. Cada real já faz diferença concreta — paga uma consulta, uma sessão de fisioterapia, um mês de medicamento.

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